O impacto do treino específico e não específico: uma abordagem sobre especificidade e transferência

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Joaquín Ricardo Diaz Rabellino

Resumo

Foi investigada a relação entre especificidade e transferência no treinamento de força. Para isso, 12 indivíduos treinados, divididos em dois grupos, treinaram durante cinco semanas. O protocolo “específico” foi focado apenas em agachamentos com barra, e o “não específico” incluiu outros exercícios. O objetivo foi examinar como esses protocolos afetaram o desempenho nos agachamentos com barra atrás da nuca até a caixa, uma medida padrão de força. A avaliação consistiu na elaboração de um perfil de carga-velocidade de séries múltiplas, utilizando um encoder Ivolution® e o software Valkiria® para o controle da velocidade. Foram detectadas melhorias significativas em ambos os grupos para todas as cargas avaliadas, bem como diferenças interessantes entre os grupos em termos da “parte alta” e da “parte baixa” da curva de carga-velocidade. Finalmente, foram encontradas diferenças significativas entre os indivíduos em relação às mudanças na velocidade, independentemente de seu nível inicial de força. Verificou-se que a elaboração de programas de treinamento estreitamente alinhados com as exigências de um teste leva a maiores melhorias no desempenho. Além disso, a elaboração de perfis de carga-velocidade surge como uma ferramenta útil, além das medições tradicionais.

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