Dinámicas urbanas e identidades juveniles en el skate: una etnografía en la pista Orla do Guaíba

##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Daniel Giordani Vasques
Victor Hugo Nedel Oliveira

Resumo

Esta investigación se centró en jóvenes skaters urbanos, un campo dinámico y multifacético que refleja la diversidad de experiencias, prácticas culturales y formas de socialización. Reconociendo la pluralidad propia del concepto de juventud, este estudio adoptó un enfoque etnográfico para investigar las dinámicas sociales y culturales que surgen en la pista de skate situada en la costanera Orla do Guaíba, en Porto Alegre. Metodológicamente, el estudio se orientó por un enfoque etnográfico, centrándose en esa pista de skate. Algunos de los hallazgos de la investigación apuntaron a la comprensión de que la pista de skate Orla do Guaíba se configura como un espacio plural, donde las diferentes modalidades de skate, tales como street, bowl y snake, se apropian de manera diferenciada por los practicantes. La coexistencia de dos grupos, la “old school” y los “nuevos skaters”, pone de manifiesto que, aunque comparten una identidad skater común, existen diferencias notables en cuanto a su vestimenta, gustos musicales y edades. Mientras que la vieja guardia aprende y enseña a través de la observación y la convivencia, con una pedagogía implícita y colectiva, la presencia de entrenadores y la formalización de la enseñanza para los nuevos patinadores reflejan un cambio significativo en las prácticas de socialización y aprendizaje. Estas transformaciones, aunque causan extrañeza entre los más veteranos, apuntan a una coexistencia de diferentes formas de entender y vivir la práctica del skate. Este espacio, más que un lugar para la práctica deportiva, es un escenario donde diferentes generaciones e identidades se encuentran, se enfrentan y coexisten, reflejando las transformaciones y permanencias de la cultura del skate.

Downloads

Não há dados estatísticos.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Secção
Artigos
Biografias Autor

Daniel Giordani Vasques, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, Brasil

Licenciado e Mestre em Educação Física pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Doutor em Ciências do Movimento Humano pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Professor Adjunto e Pesquisador da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança (ESEFID) e do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano (PPGCMH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Victor Hugo Nedel Oliveira, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, Brasil

Doutor em Educação (PUCRS). Licenciado e Mestre em Geografia (UFRGS). Pós-Doutorado em Educação (PUCRS) e Sociologia (UFRGS). Professor e Pesquisador do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Líder do GEPJUVE - Grupo de Estudos e Pesquisas em Juventudes e Educação (UFRGS/CNPq).

Referências

Abramo, H. W. (1997). Considerações sobre a tematização social da juventude no Brasil. Revista Brasileira de Educação, (5). http://www.clam.org.br/bibliotecadigital/uploads/publicacoe%20s/442_1175_abramowendel.pdf

Bastos, B. G. (2006). Estilo de vida e trajetórias sociais de skatistas: Da "vizinhança" ao "corre" [Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul]. https://lume.ufrgs.br/handle/10183/13868

Böes, G. M. (2016). Além das ruas: imaginação e espaços da cidade pelo skate. Revista Gestão e Desenvolvimento, 13(1), 45-55. https://periodicos.feevale.br/seer/index.php/revistagestaoedesenvolvimento/arti%20cle/view/359

Brandão, L. (2006). Corpos deslizantes, corpos desviantes: A prática do skate e suas representações no espaço urbano (1972-1989) [Dissertação de Mestrado, Universidade Federal da Grande Dourados]. https://www.ppghufgd.com/wp-content/uploads/2017/06/Leonardo-Brand%C3%A3o.pdf

Cassab, C., & Nazareno Mendes, J. T. (2011). "Perder-se também é caminho": A dimensão espacial da juventude. Revista Libertas, 11(2), 245-258. https://periodicos.ufjf.br/index.php/libertas/article/view/18127

Cassab, C. (2013). Espacialidade dos jovens em cidade média: Um olhar sobre os usos do espaço pelos jovens em Juiz de Fora - MG. In Anais do IV Colóquio Internacional Ação Pública e Problemas Sociais em Cidades Intermediárias (pp. 1-15). http://www.observatoriogeograficoamericalatina.org.mx/egal14/Geografiasocioeconomica/Geografiaurbana/064.pdf

Corrêa, A. (2021, setembro 29). Porto Alegre: Maior pista de skate da América Latina será aberta no dia 23 de outubro. Medium. https://medium.com/betaredacao/porto-alegre-maior-pista-de-skate-da-am%C3%A9rica-latina-ser%C3%A1-aberta-em-outubro-d5872c6f611

Dayrell, J. (2007). A escola "faz" as juventudes? Reflexões em torno da socialização juvenil. Educação e Sociedade, 28(100). https://www.scielo.br/j/es/a/RTJFy53z5LHTJjFSzq5rCPH/?format=pdf&lang=pt DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-73302007000300022

Diógenes, G. (2013). Arte urbana, juventude e educação sentimental: Entre a cidade e o ciberespaço (experiências etnográficas). Linguagens, Educação e Sociedade, (29), 51-76. https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/1342

Dumazedier, J. (1973). Lazer e cultura popular. Perspectiva.

Elias, N., & Dunning, E. (2019). A busca da excitação: Desporto e lazer no processo civilizacional. Edições 70.

Figueira, M. L. M. (2008). Skate para meninas: Modos de se fazer ver em um esporte em construção [Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul]. https://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/13203

Guttmann, A. (1978). From ritual to record: The nature of modern sports. Columbia University Press.

Hall, S. (2006). A identidade cultural na pós-modernidade. DP&A.

Le Breton, D. (2007). Sociologia do corpo (2ª ed.). Vozes.

Magnani, J. G. C. (2002). De perto e de dentro: Notas para uma etnografia urbana. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 17(49), 11-29. https://doi.org/10.1590/S0102-69092002000200002 DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-69092002000200002

Magnani, J. G. C. (2009). Etnografia como prática e experiência. Horizontes Antropológicos, 15(32), 129-156. https://doi.org/10.1590/S0104-71832009000200006 DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-71832009000200006

Magnani, J. G. C. (2024, março 26). Lazer de perto e de dentro: Uma abordagem antropológica. Curso de Extensão Juventudes, Territórios e Lazer. https://www.youtube.com/watch?v=p-riQft_ZuI&t=630s

Margulis, M., & Urresti, M. (1996). La juventud es más que una palabra. In L. Ariovich et al. (Eds.), La juventude es más que una palabra (pp. 13-30). Biblos.

Mascarenhas, F. (2005). Lazer e utopia: Limites e possibilidades de ação política. Movimento, 11(3), 155-182. https://seer.ufrgs.br/Movimento/article/view/2876 DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.2876

Mayer, M., Starepravo, F. A., & Silva, S. R. (2010). Atividades de lazer de acadêmicos de um curso de educação física e as políticas públicas de lazer na cidade de Guarapuava, PR. Lecturas Educación Física y Deportes, 15(149). https://www.efdeportes.com/efd149/atividades-de-lazer-de-academicos-de-educacao-fisica.htm

Noda, L. M., & Pimentel, G. G. A. (2015). Caracterização da prática esportiva/recreativa do skate em São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. Licere - Revista do Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Estudos do Lazer, 18(4), 156-172. https://periodicos.ufmg.br/index.php/licere/article/view/1160 DOI: https://doi.org/10.35699/1981-3171.2015.1160

Rampazzo, M. (2012). Skate, uma prática no lazer da juventude: Um estudo etnográfico [Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul]. https://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/63159

Sales, C. V. (2013). Juventudes e lazer: Interações e movimento. Linguagens, Educação e Sociedade, (29), 413-438. https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/1356

Silva, K. S., & Adad, S. J. H. C. (2017). Tarô do aprender em movimento: Confetos produzidos por jovens skatistas do litoral do Piauí. Linguagens, Educação e Sociedade, (36), 123-137. https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/1223 DOI: https://doi.org/10.26694/15180743.2017.2236p185205

Wacquant, L. (2002). Corpo e alma: Notas etnográficas de um aprendiz de boxe. Relume Dumará.

Weber, J. R. (2021, outubro 22). Megapista da Orla reproduz três importantes picos do skate de Porto Alegre; veja quais. GZH. https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2021/10/megapista-da-orla-%20reproduz-tres-importantes-picos-do-skate-de-porto-alegre-veja-quais-%20ckv2ov0ep007a017f58z7cvbo

Artigos mais lidos do(s) mesmo(s) autor(es)