Análisis de Manipulador en Niños de los Primeros Practicantes Infantil Natación

##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Leonardo Geamonond

Resumo

El objetivo de este estudio fue evaluar la función manipuladora de los niños de los nadadores de la primera infancia. El estudio incluyó a diez niños de ambos sexos nadadores en Uberlãndia-MG La selección se hizo al azar. el protocolo de evaluación del desarrollo motor acuático (HOEPA) "Hoja de vigilante espera de su Evolución de la educación psicomotriz Acuática" fue utilizado. Este estudio encontró que el 30,5% del tiempo de la manipulación de objetos de diferentes tamaños y tomó el borde de la piscina, el 20,5% no encontró problemas en el movimiento de objetos con las manos. Los resultados de esta investigación nos lleva a la conclusión de que el desarrollo psicomotriz acuática en manejo de la pelota es deficiente, hay que intervenir a tiempo en los cambios y para estimular el desarrollo normal.

Downloads

Não há dados estatísticos.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Como Citar
Geamonond, L. (2017). Análisis de Manipulador en Niños de los Primeros Practicantes Infantil Natación. Educación Física Y Ciencia, 19(1), e021. https://doi.org/10.24215/23142561e021
Secção
Artigos
Biografia Autor

Leonardo Geamonond, Universidade Federal do Triângulo Mineiro

Sou Leonardo Nunes Gradudo em Educação Física, Pós Graduado em Fisiologia do Esporte, Mestrando em Educação Física - UFTM.

Referências

Paré, M. Dugas, C. (1999). Developmental changes in prehension during childhood. Experimental Brain Research, 128, 125-239.

Caldeira, V. A.; Oliver, F. C. (2007). A criança com deficiência e as relações interpessoais numa brinquedoteca comunitária. Revista Brasileira de Crescimento e Desenvolvimento Humano, v.17, n.2, p.98-110.

Cantuña, V. (2010). Análisis de la programación de las actividades lúdicas y recreativas para el desarrollo de la psicomotricidad en los niños/as de 4 a 5 años del centro infantil municipal “Gotitas de amor” del Cantón Rumiñahui en el año escolar 2009-2010. Propuesta alternativa. Tesis de grado. Escuela Politécinica del ejército, Ecuador.

Castro, EM. (2006). Desenvolvimento sensório-motor e perceptivo-motor de populações especiais [tese]. São Paulo: Universidade Estadual Paulista. 

Domingues, A. F.; Motti, T. F. G.; Palamin, M. E. G. (2008). O brincar e as habilidades sociais na interação da criança com deficiência auditiva e mãe ouvinte. Estudos de Psicologia, v.25, n.1, p.37-44.

Go Tani. (2013). Comportamento Motor: Aprendizagem e Desenvolvimento. Rio de Janeiro: Editora Guanabara.

Hueara, L.; Souza, C. M. L.; Batista, C. G.; Melgaço, M. B.; Tavares, F. S. (2006). O faz-de-conta em crianças com deficiência visual: Identificando habilidades. Revista Brasileira de Educação Especial, v.12, n.3, p.351-368.

Langendorfer, S. (1987). Prelongitudinal screening of overarm striking development performed under two environmental conditions. In J. Clark & J. Humphrey (Eds.) Advances in motor development research – 1. New York: AMS Press.

Magill, R. A. (2000). Aprendizagem Motora: Conceitos e Aplicações. São Paulo: Blucher.

Mármol, A. G; Rodríguez, M. F. L; Alcaraz Martínez, B. J. S. (2015). Diseño, validación y aplicación de una hoja de observación para la evoluación de la psicomotricidad acuática (HOEPA) en idad infantil. Sports, Revista técnico-científica del Deporte Escolar, Educación Física y Psicomotricidad. Vol. I nº3, pág. 270-292, septiembre.

Martins, V. Silva, António, J. Marinho, Daniel, A. & Costa, Aldo, M. (2015). Desenvolvimento motor global de crianças do 1º ciclo do ensino básico com e sem prática prévia de natação em contexto escolar. Motricidade, 11(1), 87-97.https://dx.doi.org/10.6063/motricidade.3219

Mourao, C. B. (2010). A influência da atividade exploratória na descoberta de Affordances durante o desenvolvimento do alcance, 2010. Dissertação (Mestrado em Ciências da Reabilitação) Universidade Federal de Minas Gerais.

Oliveira, A. I. A.; Paixao, G. M.; Cavalcante, M. V. C. (2009). Brinquedos adaptados para crianças com paralisia cerebral. Revista do Nufen, ano 1, v.1, p.171-186.

Osorio, M. Herrador, J. (2007). La psicomotricidad como herramienta de recreación y ócio en el ámbito educativo. EFDeportes.com, Revista digital, Buenos Aires, Año (12) nº109, Junio.

Santos, C. A.; Marques, E. M.; Pfeifer, L. I. (2006). A brinquedoteca sob a visão da terapia ocupacional: deferentes contextos. Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar, v.14, n.2, p.91-102.

Siaulys, M. O. C. (2006). Brincar para todos. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial.

Silva, M. M.; Costa, M. P. R. (2011). Brinquedos adaptados na estimulação de crianças pequenas, com baixa visão. Bol. Acad. Paulista de Psicologia,São Paulo, v. 31, n. 81, p. 496-509.

Silva, F. P. S; Rocha, N. A. C. F.; Tudella, E. (2011). Tamanho e rigidez dos objetos influênciam os ajustes proximais e distais do alcance de crianças? Rev. Bras. Fisioter., São Carlos, v. 15, n. 1, p. 37 - 44.

Takatori, M.; Bomtempo, E.; Benetton, M. J. (2001). O brincar e a criança com deficiência física: a construção inicial de uma história em Terapia Ocupacional. Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar, v.9, n.2, p.91-105.